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PEDALAR CONTRA O LINFOMA PDF Imprimir EMail

12 DE SETEMBRO, 10H, PARQUE DA CIDADE, PORTO, ENTRADA SUL (AV. DA BOAVISTA)

Para se inscrever envie um SMS para o número 68630 com as seguintes referências:

  • Inscrição + bicicleta = 35€ código - CFE PCLBIKE [NOME SOBRENOME] [NÚMERO BI] e receberá um SMS com a entidade, referência e valor a pagar de 35€

Exemplo:CFE[espaço]PCLBIKE[espaço]João Silva[espaço]9922021

 

  • Inscrição simples = 5€ código - CFE PCL [NOME SOBRENOME] [NÚMERO BI] e receberá um SMS com a entidade, referência e valor a pagar de 5€

Exemplo:CFE[espaço]PCL[espaço]João Silva[espaço]9922021

 

LIMITADO AO STOCK EXISTENTE. Saiba mais em www.apll.org ou pelo telemóvel 914 349 313 (das 9h30 às 12h30)
1) Envie um SMS para o número 68630 (0,35 c/ IVA incluído), descriminando o código do produto (PCL ou PCLBIKE), o seu nome e o seu Bilhete de Identidade. 2) de seguida, receberá um SMScom os dados para efectuar o pagamento no período máximo de 48h.

A inscrição no kit bicicleta é pessoal e intransmissível; para levantamento deste kit é obrigatória a apresentação do BI (sob pena de perder o direito ao kit); em caso de não comparência, não há possibilidade de devolução dos 35€.

 
Campanha contra o Linfoma percorre hospitais de Portugal Continental e Ilhas PDF Imprimir EMail
 

A Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) implementou a nível nacional uma campanha contra o linfoma, com vista à sensibilização da população para uma doença que, apesar de ser considerada uma das seis primeiras causas de morte oncológica em Portugal, é ainda desconhecida para a maior parte das pessoas. A iniciativa arrancou no dia 22 de Julho com um roadshow de quiosques multimédia e newsletters informativas no hospital de S. João e Instituto Português de Oncologia do Porto e percorre até Junho de 2011 os principais hospitais nacionais.

Após terem sido recentemente conhecidos os resultados do único estudo efectuado em Portugal sobre a doença, a APLL decidiu apostar numa forte acção de informação que envolve, para além dos próprios doentes e do público em geral, médicos de clínica geral e de medicina interna.

Para todos os interessados em saber mais sobre a patologia, os quiosques multimédia irão percorrer os Serviços de Hematologia e Oncologia dos principais hospitais do país, com informações úteis e práticas. Desde a caracterização da doença, sintomas, cuidados, opiniões médicas, passando pela prevenção, são diversos os aspectos referidos nestes pontos informativos, à disposição de todos os que o pretenderem consultar de norte a sul do país. Além dos quiosques, foram concebidas duas newsletters informativas, uma para doentes e outra para médicos, com vista a esclarecer todas as dúvidas e questões relacionadas com o linfoma.

Aumentar o conhecimento geral de uma patologia responsável por 1500 novos casos por ano é assim o objectivo da APLL, como forma de lutar contra o linfoma. Saliente-se que segundo o estudo acima referido, 88.8 por cento dos portugueses não consegue especificar nenhum tipo de linfoma em particular e 45.8 por cento é incapaz de eleger qualquer tratamento. Também se destaca o número de doentes que demonstram um desconhecimento face à própria patologia já que apenas 23.5 por cento considera estar bem informado e apenas 31.3 por cento acredita ter um conhecimento muito satisfatório sobre os tratamentos existentes.


Mais informações em www.linfoma.com.pt ou www.infocancro.com.

 

 
Aplicar de forma mais inteligente os tratamentos existentes, pode contribuir para impulsionar dramat PDF Imprimir EMail

Science Daily (11 Maio  2010) – De acordo com um estudo recente levado a cabo  por investigadores do St. Jude Children’s Research Hospital e reportado no jornal médico The Lancet Oncology, a personalização dos tratamentos aliada à melhoria dos cuidados de suporte médico,  ajudou a impulsionar a taxa de sobrevivência de crianças com Leucemia Mielóide Aguda (LMA) até  71%, três anos após ter sido diagnosticada.

“A taxa de sobrevivência de 71% é 20% melhor do que as taxas previamente atingidas nos EUA e é semelhante ao sucesso conseguido num estudo Japonês em 2009”, disse Jeffrey Rubnitz, M.D. Ph.D., membro do Departamento de Oncologia de St. Jude.

Os resultados do estudo, no qual estiveram envolvidos 230 jovens doentes com LMA tratados em St.Jude e seis outros hospitais nos E.U.A., estão entre os melhores conseguidos a nível nacional e internacional. Rubnitz disse que para salvar ainda mais vidas provavelmente será necessário usar novos medicamentos e tratamentos. Ele é o autor principal deste estudo, que aparece na notícia de primeira página na edição on-line do jornal The Lancet Oncology com publicação prevista para a edição de Junho.

Todos os anos, nos E.U.A.,  é diagnosticado LMA - um cancro de determinadas células brancas do sangue - a cerca de 500 crianças e adolescentes. Enquanto as taxas de cura para a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) – a forma de cancro infantil mais comum - subiram para mais de 90%, a sobrevivência a longo prazo dos doentes com LMA não tem acompanhado essa subida.

 “Neste caso, concentramo-nos em obter o máximo benefício dos tratamentos existentes e aplicar as lições que aprendemos em estudos anteriores, para identificar e tratar doentes que enfrentavam maior risco de recaida”, diz Rubnitz.

Mais de três anos depois de diagnosticados, cerca de 89% dos doentes do estudo, classificados com baixo risco de recaída ainda estão vivos, comparados com cerca de 65% dos doentes com risco médio e 47% de doentes com risco elevado. Os doentes com LMA têm mais probabilidades de recaída um ano após o diagnóstico e Rubnitz disse que o cancro raramente aparece após dois anos.

Este estudo contou como uso de alguns indicadores pela primeira vez, incluindo o primeiro uso da DRM (Doença Residual Mínima) para guiar o timing e a composição de quimioterapia tardia.

A DRM mede as células cancerígenas que sobrevivem ao tratamento. Rubnitz diz que os doentes destinados a tratamentos mais intensos têm níveis de DRM superiores a 1 célula cancerígena em 1.000 células normais de medula óssea, após a primeira ou segunda temporada de quimioterapia. No estudo, a avaliação da DRM foi também usada em doentes com LMA de 60 anos e ainda mais idosos, estando agora a ser estudado em doentes jovens.

A monitorização de DRM é vulgarmente usada para ajudar a guiar o tratamento de LLA, mas Rubnitz diz que alguns aspectos técnicos atrasaram a sua aplicação nos tratamentos habituais de doentes com LMA.

O estudo também marcou a primeira vez em que todos os doentes receberam antibióticos após cada sessão de quimioterapia, na esperança de impedir infecções causadas por bactérias e fungos. A estratégia diminuiu drasticamente os níveis na medição das infecções, hospitalizações e mortes. Inicialmente, todos os doentes eram tratados com o medicamento anti-fúngico voriconazol porém, mais tarde, foram acrescentados os antibióticos vancomicina e ciproflaxina.

O estudo incluía doentes com idades variáveis, de 2 dias a 21 anos. O trabalho ajudou a responder a várias outras questões, inclusive se os doentes beneficiaram com o uso de uma dose elevada do medicamento anti-cancerígeno citarabina logo no início do tratamento. Os investigadores não encontraram nenhum benefício adicional nisso.

Em adição ao DRM, o estudo usou factores genéticos, incluindo a redistribuição de cromossomas, mutações genéticas e tratamento à medida, para reflectir se os doentes apresentavam risco elevado, médio ou baixo de LMA.

Os doentes receberam inicialmente um tratamento que combinava três medicamentos, incluindo doses altas ou baixas de citarabina. Após a primeira e segunda temporada de quimioterapia, os investigadores usaram factores genéticos e medidas DRM para determinar o tratamento adicional que o doente devia receber, inclusive se os doentes estavam aptos a receber um transplante para substituir as células estaminais que produziam sangue doente por células de um doador saudável.

Os autores do estudo foram Hiroto Inaba, Raul Ribeiro, Stanley Pounds, Xueyuan Cao, Susana Raimondi e Mihaela Onciu.

Tradução: Paula Braga da Silva
Revisão: Isabel Leal Barbosa

 
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