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A Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) implementou a nível nacional uma campanha contra o linfoma, com vista à sensibilização da população para uma doença que, apesar de ser considerada uma das seis primeiras causas de morte oncológica em Portugal, é ainda desconhecida para a maior parte das pessoas. A iniciativa arrancou no dia 22 de Julho com um roadshow de quiosques multimédia e newsletters informativas no hospital de S. João e Instituto Português de Oncologia do Porto e percorre até Junho de 2011 os principais hospitais nacionais. Após terem sido recentemente conhecidos os resultados do único estudo efectuado em Portugal sobre a doença, a APLL decidiu apostar numa forte acção de informação que envolve, para além dos próprios doentes e do público em geral, médicos de clínica geral e de medicina interna. Para todos os interessados em saber mais sobre a patologia, os quiosques multimédia irão percorrer os Serviços de Hematologia e Oncologia dos principais hospitais do país, com informações úteis e práticas. Desde a caracterização da doença, sintomas, cuidados, opiniões médicas, passando pela prevenção, são diversos os aspectos referidos nestes pontos informativos, à disposição de todos os que o pretenderem consultar de norte a sul do país. Além dos quiosques, foram concebidas duas newsletters informativas, uma para doentes e outra para médicos, com vista a esclarecer todas as dúvidas e questões relacionadas com o linfoma. Aumentar o conhecimento geral de uma patologia responsável por 1500 novos casos por ano é assim o objectivo da APLL, como forma de lutar contra o linfoma. Saliente-se que segundo o estudo acima referido, 88.8 por cento dos portugueses não consegue especificar nenhum tipo de linfoma em particular e 45.8 por cento é incapaz de eleger qualquer tratamento. Também se destaca o número de doentes que demonstram um desconhecimento face à própria patologia já que apenas 23.5 por cento considera estar bem informado e apenas 31.3 por cento acredita ter um conhecimento muito satisfatório sobre os tratamentos existentes.
Mais informações em www.linfoma.com.pt ou www.infocancro.com.
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